
O presidente do Bahia Associação, Emerson Ferretti, afirmou que a Diretoria Executiva não recebeu notificação nem projeto oficial do Grupo City sobre a proposta de um novo escudo para o clube. O esclarecimento foi dado em entrevista e busca frear especulações entre sócios e torcedores.
Para o torcedor baiano, qualquer movimentação sobre o escudo provoca debate sobre identidade do clube e potenciais impactos comerciais e administrativos. A declaração do presidente mantém, por ora, o símbolo atual em vigor até que haja um procedimento formal.
O que Ferretti disse exatamente?
Ferretti deixou claro que, até o momento, não houve encaminhamento formal à Diretoria Executiva. Não há projeto registrado, documento protocolado ou pauta oficial apresentada pelo grupo interessado.
O presidente também sinalizou que qualquer proposta recebida será avaliada segundo o estatuto do clube e encaminhada aos órgãos competentes antes de qualquer decisão.
Isso é importante para o torcedor baiano, que costuma acompanhar de perto temas ligados aos símbolos e à gestão do clube.
Quais seriam as etapas se o Grupo City formalizar a proposta?
Uma proposta oficial desencadearia um processo interno com pelo menos estas fases:

- Recebimento e registro do documento pela Diretoria;
- Avaliação jurídica e compatibilidade com o estatuto;
- Deliberação pelos órgãos deliberativos e consulta a sócios, se prevista;
- Comunicação pública e adequações de marca e material promocional.
Em caso de modernização do escudo, o debate tende a se estender para marketing, royalties e relações com fornecedores de material esportivo.
Como isso afeta torcedores, associações e negócios locais?
A alteração do símbolo do clube impacta a identificação afetiva dos torcedores e também tem reflexos econômicos.
Alterações no escudo podem gerar:
- Movimento de consumo por nova linha de produtos;
- Resistência de torcedores a mudanças na identidade visual;
- Necessidade de renegociação com licenciados e fornecedores;
- Debate público que envolve imprensa, influenciadores e redes sociais.
No plano local, produtores de material e lojistas que vendem camisas e acessórios do clube devem acompanhar os desdobramentos para ajustar estoques e estratégias de venda.
Quais são os prazos e próximos passos?
Sem protocolo formal, não há prazo definido. O caminho depende do recebimento de proposta e da tramitação interna prevista no estatuto.
Se houver entrega formal de projeto, a expectativa é de que a Diretoria comunique a sequência das medidas e abra espaço para consulta aos órgãos responsáveis pelo clube.
Conclusão
Por enquanto, o escudo do Bahia permanece sem mudanças oficiais. A decisão ficará sujeita ao encaminhamento de proposta formal, análise estatutária e deliberação dos órgãos do clube — fases que vão definir o impacto real para torcedores e para a cadeia econômica ligada ao clube.
